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Cirurgias

Os nevos congênitos (que nascem conosco) possuem um risco de transformaçao maligna que varia de 5% a 40% e de 4,5% a 10% segundo a literatura. Porém, a magnitude do risco de transformaçao em melanoma é polêmica. Diante do risco, mesmo que pequeno, e sabendo que o Melanoma é uma doença fatal, a conduta será sempre a retirada de um nevo suspeito.

O diagnóstico de nevo melanocítico (congênito ou adquirido) é primariamente clínico, e a sua presença ao nascimento ou imediatamente depois dele é conclusiva para o diagnóstico.

O nevo melanocítico adquirido ( que aparece após o nascimento) surge a partir de dois anos de idade na grande maioria dos casos, atingindo um pico de parecimento até os 30 anos. O seu aparecimento esta relacionado com alguns fatores como tipo de pele, etnia, predisposiçao genética e exposiçao solar. Sao mais numerosos e se localizam em áreas cronicamente exposta ao sol, em crinças de pele clara, cabelos loiros e olhos azuis. Sendo que esse padrao nao acontece nos nevos congênitos, que nascem conosco.

Podemos suspeitar clinicamente de um nevo que pode estar malignizando quando suas bordas sao assimetricas e irregulares, possue cores diferentes no mesmo nevo, seu tamanho é maior que 6mm. Além disso, também é suspeito um nevo que coça, sangra, fica vermelho no seu contorno, muda de tamanho e cresce.

O exame realizado no consultório chamado Dermatoscopia, auxilia no diagnóstico clínico e na conduta da remoçao do nevo suspeito, que será confirmado através do Exame Anatomopatológico.

Os Cistos Epidérmicos, também conhecidos como Cistos Sebáceos, estao entre as lesoes benignas mais frequentemente encontradas, e resultam da proliferaçao de células da epiderme produtoras de queratina no interior da derme.

Manifestam-se clinicamente com crescimento lento, sao elevados na pele, formando nódulos. Sua consistência é firme ou mole, podendo atingir de 1 a 5 cm de diâmetro.
Localizam-se frequentemente na face, pescoço e tronco.

Os cistos que estao presentes na pele há anos, podem inflamar e infectar. Quando estao infectados sao dolorosos, e apresentam-se avermelhados no local. Nesse caso, é necessário tratar a infecçao antes da sua exérese.

O tratamento é sempre cirúrgico – exérese do cisto.

É um procedimento cirúrgico no qual se retira um fragmento da pele doente para posterior estudo em laboratório. A biópsia, em dermatologia, é realizada para diagnosticar doenças de pele tumorais, inflamatórias e císticas.

As biópsias cutâneas geralmente sao realizadas com punch ( um cilindro de superfície cortante que, ao ser girado rotatoriamente, se aprofunda na pele e permite a remoção de um cone que pode alcançar até a gordura subcutânea). Todas as técnicas são precedidas por anestesia local, sem risco ou desconforto para o paciente.

Carcinoma Basocelular: O tratamento cirúrgico excisional, oferece a vantagem do controle histológico, rápida cicatrizaçao, ótimo resultado estético, podendo ser indicada para todos tipos e localizaçao do Carcinoma Basocelular.
Os índices de cura variam de 83% a 97%.

Carcinoma Espinocelular: Também possui a mesma recomendaçao, porém acrescenta-se a esse tipo de Câncer da pele os fatores envolvidos na possibilidade de metástase ou recidiva, pois seu potencial metastático maior.

Além da cirurgia convencional, as outras opções de tratamento para o Cancer da Pele Nao Melanoma são:

  • Imunomodulador Tópico
  • Criocirurgia
  • Terapia Fotodinamica

Técnica que consiste no congelamento de lesoes à -196 graus. Usa o Nitrogênio Líquido, que pode ser feito através de um jato de spray ou comprimindo a lesao com uma ponteira resfriada. O resfriamento rápido da lesao provoca sua destruiçao.

A criocirurgia é uma opção terapêutica adequada para tratar tumores cutâneos benignos, pré-malignos ou malignos, lesões cutâneas pequenas, médias ou grandes, manchas na pele, remoção de verrugas, molusco contagioso, queratose seborreica, hemangioma, queratose actínica, doença de Bowen (placa avermelhada escamosa ou crostosa, não elevada e progressiva) e carcinoma basocelular.

A técnica deve ser bem realizada e o dermatologista experiente pois cada lesao necessita de um determinado tempo de congelamento para que ocorra a destruiçao correta.

É um procedimento cirúrgico destrutivo. A lesão é carbonizada através de corrente elétrica que gera calor e destrói a lesao. Essa lesao tratada pode ser enviada para análise patológica ou não. A recuperação é rápida. Normalmente o paciente retoma as suas atividades no mesmo dia, e o ferimento cicatriza em até 15 a 20 dias.

A Eletrocirurgia é utilizada para retirar alguns tipos de tumores benignos, lesões benignas da pele: como acrocórdons, hemagiomas rubi ( pequenas lesoes vermelhas na pele) hiperplasias sebáceas, milios e ceratoses seborreicas.

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